Vinho tinto Aphros Silenus 2016

18.90 

Entrega em 24-48 horas.

Um vinho ímpar que reinventa o próprio Vinhão.

O Aphros Silenus é um vinho ímpar que consegue reinventar o próprio Vinhão, mantendo as características da casta numa versão mais madura e moderna, capaz de chegar aos enófilos menos familiarizados com a singularidade do Vinho Verde Tinto. Este vinho estagia em barricas de carvalho francês durante 9 meses, o que lhe confere também algumas notas de baunilha e tosta, mantendo a cor e a concentração.

Vinho de cor púrpura intensa, quase tocando o preto. Aroma concentrado, revelando geleia exótica de bagas silvestres, baunilha e especiarias. Elegante, potente e volumoso na boca, com uma textura suave. Um vinho complexo e bem estruturado, mas fiel à acidez irreverente da região.

Acompanha bem bife com molhos, grelhados, cozinha indiana e tailandesa.

Sugestão de consumo: Deve servir-se a 10º-12º e acompanha bem bife com molhos, grelhados, cozinha indiana e tailandesa. Beber agora ou guardar até 2022.

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Peso 1300 g
Dimensões (C x L x A) 100 × 100 × 300 mm
Origem

Estilo

Castas

Álcool

Produtor

Ideal com

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Garrafa

O projeto começou sob o nome comercial Afros, rótulo fundamentado em Afrodite, a deusa grega do amor e da beleza, padroeira de um projeto original que entretanto cambiou para a denominação atual, Aphros. O projeto saiu do empenho pessoal de Vasco Croft, arquiteto de formação que apesar do apelido familiar não alega qualquer relação de parentesco com a casa de Vinho do Porto homónima. Apesar de lisboeta, Vasco Croft cedo se habituou a visitar a quinta da família nas longas férias de verão, período durante o qual aproveitava todas as oportunidades para se aventurar na região minhota de Ponte de Lima. A quinta manteve uma atividade agrícola persistente, produzindo, à época, vinho para terceiros. Após a revolução de abril, período durante o qual a família se viu obrigada a transladar-se para a quinta, e com a alteração do tecido social da região e o despertar do setor cooperativo, a quinta passou a entregar as uvas na Adega Cooperativa de Ponte da Barca, destino que se manteve durante as décadas de 80 e 90 do século passado.
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