| Origem | |
|---|---|
| Estilo | |
| Castas | |
| Álcool | |
| Produtor | |
| Enólogo | |
| Ideal com | |
| Garrafa | |
| Adequado para | |
| Produção |
Seja o primeiro a avaliar “Aphros Silenus Tinto 2016”
Tem de iniciar sessão para enviar uma avaliação.
Discover more from VirguWines
Subscribe to get the latest posts sent to your email.
Um vinho ímpar que reinventa o próprio Vinhão.
O Aphros Silenus é um vinho ímpar que consegue reinventar o próprio Vinhão, mantendo as características da casta numa versão mais madura e moderna, capaz de chegar aos enófilos menos familiarizados com a singularidade do Vinho Verde Tinto. Este vinho estagia em barricas de carvalho francês durante 9 meses, o que lhe confere também algumas notas de baunilha e tosta, mantendo a cor e a concentração.
Vinho de cor púrpura intensa, quase tocando o preto. Aroma concentrado, revelando geleia exótica de bagas silvestres, baunilha e especiarias. Elegante, potente e volumoso na boca, com uma textura suave. Um vinho complexo e bem estruturado, mas fiel à acidez irreverente da região.
Acompanha bem bife com molhos, grelhados, cozinha indiana e tailandesa.
Sugestão de consumo: Deve servir-se a 10º-12º e acompanha bem bife com molhos, grelhados, cozinha indiana e tailandesa. Beber agora ou guardar até 2022.
Discover more from VirguWines
Subscribe to get the latest posts sent to your email.
O projeto começou sob o nome comercial Afros, rótulo fundamentado em Afrodite, a deusa grega do amor e da beleza, padroeira de um projeto original que entretanto cambiou para a denominação atual, Aphros. O projeto saiu do empenho pessoal de Vasco Croft, arquiteto de formação que apesar do apelido familiar não alega qualquer relação de parentesco com a casa de Vinho do Porto homónima.
Apesar de lisboeta, Vasco Croft cedo se habituou a visitar a quinta da família nas longas férias de verão, período durante o qual aproveitava todas as oportunidades para se aventurar na região minhota de Ponte de Lima. A quinta manteve uma atividade agrícola persistente, produzindo, à época, vinho para terceiros. Após a revolução de abril, período durante o qual a família se viu obrigada a transladar-se para a quinta, e com a alteração do tecido social da região e o despertar do setor cooperativo, a quinta passou a entregar as uvas na Adega Cooperativa de Ponte da Barca, destino que se manteve durante as décadas de 80 e 90 do século passado.









Avaliações
Ainda não existem avaliações.